A maratona começou há algumas semanas, mas a correria da vida real não me deixava escrever...
O JUIZ foi o primeiro, mas não achei nada excepcional, embora eu continue amando o RDJr.
Depois vi O GRANDE HOTEL BUDAPESTE, super bem produzido e tem o Ralph Fiennes em uma atuação graciosa. Uma comédia romântica com toque de Agatha Christie e gosto de cupcake. Delícia.
Aí veio o esperado BOYHOOD que já merece ser visto e aplaudido só pela ambição do projeto e comprometimento dos envolvidos.
GAROTA EXEMPLAR tem seus problemas, mas a atuação de Rosamund Pike me deixou sem fôlego. E fiquei com vontade de ler o livro, que me pareceu ter uma construção de trama bem engenhosa.
MESMO SE NADA DER CERTO tem músicas lindas e o filme está lá a serviço delas. E já valeu por isso. <3
LIVRE tem umas paisagens lindas e foi divertido ver a Reese Whiterspoon fazendo uma coisa diferente.
WHIPLASH suscitou discussões horrendas sobre a ode ao sadismo, mas eu discordo. Existe uma cumplicidade psicótica entre professor e aluno e aquela cena do final é de tirar o fôlego. Prefiro acreditar que o filme faz uma crítica à cultura americana e sua obsessão pela competitividade e perfeccionismo.
BIG EYES não é um filme de Tim Burton e muito menos parece ter grandes pretensões. Uma homenagem à artista Margaret D. H. Keane.
INTO THE WOODS é o pior filme que a Disney já fez, em todos os sentidos. Ainda estou tentando entender o que faz uma atriz como Meryl Streep se meter numa coisa dessas...
Bom, por enquanto é isso... Logo mais eu volto! E façam suas apostas!
domingo, 1 de fevereiro de 2015
A TEORIA DA VIDA
Se você quer ir ao cinema ver A TEORIA DE TUDO pra ver como Stephen Hawking ficou daquele jeito, não vá. Se você já viu e achou o filme superficial, eu sinto muito.
Primeiro, o filme é baseado no livro de memórias da Jane, a esposa e mãe dos três filhos deles.
Segundo, o filme não é uma biografia, mas uma linda história de amor, com enfoque na cumplicidade de um casal que se amou muito, apesar das adversidades e da forma nobre e brilhante como Stephen lidou e lida com sua doença. Uma lição de amor e determinação de um casal que não fazia daquela condição um melodrama.
Chorei horrores e super recomendo!
A trilha também é incrível e os atores... Como diz meu marido, uma atuação ao estilo "Ray" para Eddie Redmayne e muitas palmas para Felicity Jones.
O filme concorre ao Oscar 2015 nas categorias:
MELHOR FILME
MELHOR ATOR
MELHOR ATRIZ
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
MELHOR TRILHA SONORA
Primeiro, o filme é baseado no livro de memórias da Jane, a esposa e mãe dos três filhos deles.
Segundo, o filme não é uma biografia, mas uma linda história de amor, com enfoque na cumplicidade de um casal que se amou muito, apesar das adversidades e da forma nobre e brilhante como Stephen lidou e lida com sua doença. Uma lição de amor e determinação de um casal que não fazia daquela condição um melodrama.
Chorei horrores e super recomendo!
A trilha também é incrível e os atores... Como diz meu marido, uma atuação ao estilo "Ray" para Eddie Redmayne e muitas palmas para Felicity Jones.
O filme concorre ao Oscar 2015 nas categorias:
MELHOR FILME
MELHOR ATOR
MELHOR ATRIZ
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
MELHOR TRILHA SONORA
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Diálogos nossos de cada dia
Se você, iniciado ou não, acha que diálogo em filme (leia-se aqui: qualquer obra audiovisual) é só blá blá blá, pode parar de ler agora! Esse post não é pra você!
A coisa que definitivamente ACABA com meu tesão quando estou lendo roteiro é aquele diálogo óbvio, que passa a mesma informação que a imagem ou que parece ter saído de um romance ruim e que você jamais ouviria da boca de uma pessoa de verdade.
Será que é por isso que Tarantino e Allen são tão celebrados? #claro!
Diálogos são um elemento importantíssimo da história, do roteiro e, consequentemente, do filme. Sim, diálogo não é um acessório!!! E por incrível que pareça, tem muita gente (iniciada) que não sabe disso!!! #pasmem-se!
Não precisa ser cabeça, não precisa ser sempre inteligente ou engraçado, mas precisa ser oportuno. E quando é bem colocado, consegue ser cabeça, inteligente e engraçado, tudo ao mesmo tempo.
Minha gente, pelo amoooor, seja mais carinhosa com os diálogos! Eles devem acrescentar algo de novo e fresco ao que estamos vendo, devem dizer outras coisas sobre os personagens que os dizem, suas personalidades, medos, fragilidades, enfim, tudo isso aí!
Recomendo, pra começar a entender um pouco isso aqui, que assistam o filme "Pulp Fiction". E aceito comentários!
Beijovoulerquetemcoisapracarambaaqui
A coisa que definitivamente ACABA com meu tesão quando estou lendo roteiro é aquele diálogo óbvio, que passa a mesma informação que a imagem ou que parece ter saído de um romance ruim e que você jamais ouviria da boca de uma pessoa de verdade.
Será que é por isso que Tarantino e Allen são tão celebrados? #claro!
Diálogos são um elemento importantíssimo da história, do roteiro e, consequentemente, do filme. Sim, diálogo não é um acessório!!! E por incrível que pareça, tem muita gente (iniciada) que não sabe disso!!! #pasmem-se!
Não precisa ser cabeça, não precisa ser sempre inteligente ou engraçado, mas precisa ser oportuno. E quando é bem colocado, consegue ser cabeça, inteligente e engraçado, tudo ao mesmo tempo.
Minha gente, pelo amoooor, seja mais carinhosa com os diálogos! Eles devem acrescentar algo de novo e fresco ao que estamos vendo, devem dizer outras coisas sobre os personagens que os dizem, suas personalidades, medos, fragilidades, enfim, tudo isso aí!
Recomendo, pra começar a entender um pouco isso aqui, que assistam o filme "Pulp Fiction". E aceito comentários!
Beijovoulerquetemcoisapracarambaaqui
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Quando trabalho é diversão e diversão é trabalho
Ontem parei pra fazer uma análise do meu trabalho e de como ele está em sintonia com o que eu considero "lazer"...
Atualmente estou lendo quatro livros, acompanhando quatro séries de TV, vendo um filme por semana, lendo um roteiro por dia e analisando uma porrada de material que não consigo nem quantificar.
Enquanto preparo uns posts mais elaborados sobre as coisas que ando assistindo, queria fazer uma observação sobre como essa rotina me tornou mais cética sobre tudo que tenho lido ou visto.
No trabalho, tento me distanciar ao máximo do material analisado, mas começo a acreditar que um pouco de emoção sempre ajuda a fazer uma avaliação mais profunda. Digo isso porque quando consigo me conectar com o material de alguma forma, o processo é sempre mais fluido, me entrego, me deixo levar e acabo tendo muito mais comentários a fazer.
O problema é quando o material não é bom(na minha opinião) ou quando há o menor sinal de ruído... É como se no meio do doce, viesse um gosto amargo. Como consequência, fico espremendo o cérebro, suando pra ter o que comentar, caçando as palavras certas pra não virar uma cri-crítica carrasca sem amor no coração.
Meu atual critério é tentar, como eu costumo dizer, "alcançar a poesia" do autor. Um olhar totalmente questionador. Enquanto leio ou assisto algo, tento entender o que o autor quis dizer com isso ou aquilo, que tipo de material é aquele, de onde vem, faço pesquisa das referências, mergulho naquele universo e observo quais sensações/emoções ele evoca em mim. Vale também ficar de olho e anotar as reações espontâneas que surgem no processo - elas me parecem as mais genuínas e certeiras. E quando você chega a conclusão de que não tem mesmo nada a dizer, deve ser porque não entendeu NADA ou o material não tinha mesmo NADA a dizer.
Sei que vai ter aquele que vai criticar, dizer que isso não é jeito de avaliar as coisas, blá, blá, blá...
Bem, esse é o meu jeito. E tem funcionado até aqui. Se isso mudar um dia, te aviso!
Atualmente estou lendo quatro livros, acompanhando quatro séries de TV, vendo um filme por semana, lendo um roteiro por dia e analisando uma porrada de material que não consigo nem quantificar.
Enquanto preparo uns posts mais elaborados sobre as coisas que ando assistindo, queria fazer uma observação sobre como essa rotina me tornou mais cética sobre tudo que tenho lido ou visto.
No trabalho, tento me distanciar ao máximo do material analisado, mas começo a acreditar que um pouco de emoção sempre ajuda a fazer uma avaliação mais profunda. Digo isso porque quando consigo me conectar com o material de alguma forma, o processo é sempre mais fluido, me entrego, me deixo levar e acabo tendo muito mais comentários a fazer.
O problema é quando o material não é bom(na minha opinião) ou quando há o menor sinal de ruído... É como se no meio do doce, viesse um gosto amargo. Como consequência, fico espremendo o cérebro, suando pra ter o que comentar, caçando as palavras certas pra não virar uma cri-crítica carrasca sem amor no coração.
Meu atual critério é tentar, como eu costumo dizer, "alcançar a poesia" do autor. Um olhar totalmente questionador. Enquanto leio ou assisto algo, tento entender o que o autor quis dizer com isso ou aquilo, que tipo de material é aquele, de onde vem, faço pesquisa das referências, mergulho naquele universo e observo quais sensações/emoções ele evoca em mim. Vale também ficar de olho e anotar as reações espontâneas que surgem no processo - elas me parecem as mais genuínas e certeiras. E quando você chega a conclusão de que não tem mesmo nada a dizer, deve ser porque não entendeu NADA ou o material não tinha mesmo NADA a dizer.
Sei que vai ter aquele que vai criticar, dizer que isso não é jeito de avaliar as coisas, blá, blá, blá...
Bem, esse é o meu jeito. E tem funcionado até aqui. Se isso mudar um dia, te aviso!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Cidade de Deus e a paixão fulminate
Peço desculpas pela demora em aparecer aqui, mas as novas atribuições no trabalho estão custando mais fosfato e tempo do que eu imaginava. De todo jeito, é positivo, então, aceitem! kkk
Bom, continuando as apresentações, difícil não contar outro momento importantíssimo, marco da minha vida, que definitivamente me levou para o Cinema (em todos os sentidos).
O ano é 2002. Tardiamente eu estava naquele momento "Que faculdade fazer" da vida. Cursinho, primeiro emprego pra ter aquele dinheirinho próprio, solteirices mil.
A vontade de escrever ainda era uma constante, mas eu realmente estava na dúvida de "pra onde" canalizar essa energia.
Determinada a prestar vestibular em pelo menos quatro instituições, antes de mais nada, eu precisava decidir qual curso fazer.
Todos os conselhos me levavam para o Jornalismo, o que me parecia coerente, mas nada excitante.
Eis que num certo dia de setembro, descobri que o Cinemark exibiria filmes brasileiros por duas notinhas de reais.
Eu queria muito ver "Cidade de Deus" porque tinha assistido uma matéria interessante sobre o trabalho com não-atores.
Aquele filme me causaria um misto de sentimentos, de esperança e euforia, que mudaria para sempre a minha vida. Era um novo cinema brasileiro que eu acabara de descobrir e me apaixonar perdidamente. E tive a certeza de que era aquilo que eu queria fazer.
O resto é história, mas só preciso dizer que acabei no curso de Rádio e TV da Faculdade Cásper Líbero, onde um professor de Cinema e uma professora de roteiro - e também roteirista - permitiram que eu continuasse trilhando esse caminho.
Dia desses, ouvi de um alguém que pouco me conhece que meus olhos brilham com uma verdade inevitável quando falo do desejo de ser roteirista.
Sei que a estrada é longa e que estou apenas nos primeiros quilômetros percorridos. Mas quando se busca algo com tanta verdade, não existem obstáculos, a viagem é deliciosa e a chegada... Bem, a chegada eu conto quando estiver lá!
Bom, continuando as apresentações, difícil não contar outro momento importantíssimo, marco da minha vida, que definitivamente me levou para o Cinema (em todos os sentidos).
O ano é 2002. Tardiamente eu estava naquele momento "Que faculdade fazer" da vida. Cursinho, primeiro emprego pra ter aquele dinheirinho próprio, solteirices mil.
A vontade de escrever ainda era uma constante, mas eu realmente estava na dúvida de "pra onde" canalizar essa energia.
Determinada a prestar vestibular em pelo menos quatro instituições, antes de mais nada, eu precisava decidir qual curso fazer.
Todos os conselhos me levavam para o Jornalismo, o que me parecia coerente, mas nada excitante.
Eis que num certo dia de setembro, descobri que o Cinemark exibiria filmes brasileiros por duas notinhas de reais.
Eu queria muito ver "Cidade de Deus" porque tinha assistido uma matéria interessante sobre o trabalho com não-atores.
Aquele filme me causaria um misto de sentimentos, de esperança e euforia, que mudaria para sempre a minha vida. Era um novo cinema brasileiro que eu acabara de descobrir e me apaixonar perdidamente. E tive a certeza de que era aquilo que eu queria fazer.
O resto é história, mas só preciso dizer que acabei no curso de Rádio e TV da Faculdade Cásper Líbero, onde um professor de Cinema e uma professora de roteiro - e também roteirista - permitiram que eu continuasse trilhando esse caminho.
Dia desses, ouvi de um alguém que pouco me conhece que meus olhos brilham com uma verdade inevitável quando falo do desejo de ser roteirista.
Sei que a estrada é longa e que estou apenas nos primeiros quilômetros percorridos. Mas quando se busca algo com tanta verdade, não existem obstáculos, a viagem é deliciosa e a chegada... Bem, a chegada eu conto quando estiver lá!
domingo, 19 de outubro de 2014
Onde tudo começou
Escrever, para mim, sempre foi uma forma de expressão, uma válvula de escape. E essa vontade (ou vocação) começou cedo, ainda criança, época em que eu gostava de fazer minhas próprias versões de músicas conhecidas, cartas de amor e poemas. Um poema em especial marcou minha vida e foi a primeira vez em que eu percebi de verdade que havia sentido e emoção no que eu escrevia...
O ano é 1993. Comovida com uma matéria que havia visto na TV sobre a chacina da Candelária, fui deitar pensando nas crianças em situação de vulnerabilidade. O resultado desse momento acabou em um poema que tocaria profundamente minha professora de História e acabaria virando matéria do Fantástico com a atriz Paloma Duarte a declamando. Recebi cartas de escritores comovidos com meu poema, um deles em particular chorou em frente a uma sala cheia de alunos da quinta série enquanto eu lia pra ele. Aquele momento eu jamais esqueci. E entendi, que quando eu escrevia com a alma, eu realmente poderia tocar as pessoas. E não parei mais. As versões de músicas, os poemas, cheguei até a escrever uma peça infantil. Tive sorte de ter professores que acreditaram no meu talento e sensibilidade e me encorajaram a seguir em frente. Quisera hoje poder agradecê-los por contribuírem com o caminho que trilho. Porque quando a gente faz algo que ama profundamente, isso só pode dar certo. Eis então o dito poema, escrito em 1993, por uma garota apaixonada pela escrita, de apenas 12 anos:
Candelária
Hoje, olhando lá embaixo, vejo casas, o mundo
Crianças entrando em seus quartos - as ruas
Cobrindo-se com seus cobertores - o sereno
Ligando seus abajoures - as estrelas
E não se esquecendo de rezar:
Senhor, proteja-nos das armas de fogo
Dái a nós o pão nosso de cada dia
E ajudái-nos, senhor, a pagar as nossas dívidas
Amém.
Anjos da escuridão, asas não tem
Apenas medo, pedindo perdão,
Misericórdia para sobreviver
E acordar no outro dia vendo os pássaros cantarem.
Quem foi, lá ficará.
Quem ficou, também irá.
Mas os covardes que os levaram irão pagar.
O ano é 1993. Comovida com uma matéria que havia visto na TV sobre a chacina da Candelária, fui deitar pensando nas crianças em situação de vulnerabilidade. O resultado desse momento acabou em um poema que tocaria profundamente minha professora de História e acabaria virando matéria do Fantástico com a atriz Paloma Duarte a declamando. Recebi cartas de escritores comovidos com meu poema, um deles em particular chorou em frente a uma sala cheia de alunos da quinta série enquanto eu lia pra ele. Aquele momento eu jamais esqueci. E entendi, que quando eu escrevia com a alma, eu realmente poderia tocar as pessoas. E não parei mais. As versões de músicas, os poemas, cheguei até a escrever uma peça infantil. Tive sorte de ter professores que acreditaram no meu talento e sensibilidade e me encorajaram a seguir em frente. Quisera hoje poder agradecê-los por contribuírem com o caminho que trilho. Porque quando a gente faz algo que ama profundamente, isso só pode dar certo. Eis então o dito poema, escrito em 1993, por uma garota apaixonada pela escrita, de apenas 12 anos:
Candelária
Hoje, olhando lá embaixo, vejo casas, o mundo
Crianças entrando em seus quartos - as ruas
Cobrindo-se com seus cobertores - o sereno
Ligando seus abajoures - as estrelas
E não se esquecendo de rezar:
Senhor, proteja-nos das armas de fogo
Dái a nós o pão nosso de cada dia
E ajudái-nos, senhor, a pagar as nossas dívidas
Amém.
Anjos da escuridão, asas não tem
Apenas medo, pedindo perdão,
Misericórdia para sobreviver
E acordar no outro dia vendo os pássaros cantarem.
Quem foi, lá ficará.
Quem ficou, também irá.
Mas os covardes que os levaram irão pagar.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Fresh start
Correr no parque começou como uma obrigação, mas acabou virando um hobby e um momento de higiene mental. E foi numa dessas corridas que me ocorreu algo sobre meu blog. Eu raramente tinha um post novo porque não estava escrevendo sobre a coisa certa. É meio óbvio mas é isso. A gente pode falar de qualquer coisa, mas só pode falar bem - e bastante - daquilo que a gente ama. Pronto. Resolvido. Aí, você pensa: A louca está achando que descobriu a América. E descobri! Demorei, mas entendi. Tudo que eu precisava fazer era guardar as conversas do almoço, os e-mails críticos, os comentários do Facebook e as ideias soltas ao vento para o lugar onde devia de fato estar me expressando. Onde posso até ser julgada, mas talvez também levante discussões interessantes com as pessoas mais improváveis. Então, aí está!
Há pouco eu iniciei uma nova etapa na minha vida profissional, me tornando uma legítima aprendiz do ofício, convivendo e trocando figurinhas com muita gente experiente, inteligente e generosa.
Então, a partir de agora, aproveitarei esse espaço para dividir com quem tiver vontade de ler, minhas impressões, anseios, experiências e aprendizados sobre minha grande paixão e, felizmente, meu ofício.
Espero vocês no próximo post!
Há pouco eu iniciei uma nova etapa na minha vida profissional, me tornando uma legítima aprendiz do ofício, convivendo e trocando figurinhas com muita gente experiente, inteligente e generosa.
Então, a partir de agora, aproveitarei esse espaço para dividir com quem tiver vontade de ler, minhas impressões, anseios, experiências e aprendizados sobre minha grande paixão e, felizmente, meu ofício.
Espero vocês no próximo post!
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